O ótimo nem sempre é o mínimo legal
A intuição do contador clássico — "pague o salário mínimo de pró-labore e distribua o resto" — funciona perfeitamente no Lucro Presumido (base fixa 32%) e no Lucro Real com lucro alto. Mas no Simples Nacional, esse conselho pode custar caro: se o Fator R fica abaixo de 28%, sua empresa cai no Anexo V (15,5% a 30,5% de DAS), enquanto o Anexo III começa em 6%.
O otimizador testa centenas de valores de pró-labore e calcula, para cada um, a soma de TODOS os tributos (INSS PF + IRRF + INSS patronal + DAS/IRPJ/CSLL/PIS/COFINS) e a distribuição isenta resultante. O ponto ótimo é onde o caixa líquido do sócio é máximo. Em alguns casos, vale a pena pagar R$ 5.000 ou R$ 8.000 de pró-labore para puxar o Fator R para cima e migrar de Anexo.
A Reforma da Renda (Lei 15.106/2025) mudou o jogo a partir de 2026: rendas até R$ 5.000/mês são isentas de IRRF. Isso significa que pró-labores até esse valor pagam apenas INSS — o que aumenta a faixa em que vale a pena subir o pró-labore para puxar o Fator R no Simples.
Diferente da nossa calculadora pró-labore vs distribuição (que compara dois valores específicos), aqui o sistema FAZ A BUSCA por você e devolve o melhor.